Nº 08/Ano01 – Jun/2008

Projeto prevê redução no uso de sacolinhas de plástico

Representantes do setor de indústria do plástico e associações de supermercados firmaram uma parceria para a implantação do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. O acordo visa a melhoria da qualidade das sacolinhas de supermercados, bem como o uso responsável por parte do consumidor, com a meta de reduzir em 30% a produção de sacolas plásticas.. A iniciativa foi formalizada no 24º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, no mês de maio. Projeto piloto já está sendo implantado em 18 lojas da Grande São Paulo, envolvendo redes como Pão de Açúcar e Carrefour. Mas não será fácil mudar esse hábito do consumidor: em pesquisa realizada pelo Ibope, no fim do ano passado, 71% dos entrevistados declararam utilizar as embalagens para o descarte do lixo doméstico, dispensando a compra de sacos para esse fim.

Fonte: InvestNews

 

 

Supermercado espanhol premia consumidores conscientes

A rede espanhola de supermercados “Bon Preu” colocou em prática uma interessante iniciativa, visando incentivar o consumo responsável e a defesa do meio ambiente. A cada 10 euros em compras, o cliente que não se utilizar de sacolas plásticas recebe um desconto de dois centavos. A campanha “Melhor que um saco de plástico” pretende reduzir drasticamente o uso desse tipo de embalagem, minimizando os graves efeitos negativos gerados ao ambiente. A campanha teve repercussão em todo o país e vai ao encontro da proposta do Ministério do Meio Ambiente de substituição de 70% das sacolas de plástico por sacos de papel até 2015. Outra iniciativa que está sendo colocada em prática por redes varejistas espanholas para inibir o consumo desse produto é a cobrança pelos sacos plásticos.

Fonte: http://acorianooriental.sapo.pt/noticias/view/116177

 

 

Cadeia de restaurantes Wendy’s pode vir para o Brasil

Uma das mais tradicionais redes de fast-food norte-americanas poderá começar a operar no mercado brasileiro. A gerente de desenvolvimento da Wendy´s, Linda Stowers, confirmou que o Brasil está nos planos da empresa, que está presente em 29 países e, em tamanho, só perde para o McDonald’s e o Burguer King. Ao que tudo indica, a rede, fundada em 1969 no estado de Ohio, nos EUA, deve repetir no Brasil a estratégia de seus concorrentes: encontrar um empresário com capital e experiência para se encarregar da expansão da rede, até mesmo para evitar a experiência malsucedida de 1992. Para evitar problemas, a Wendy’s terá que encontrar os fornecedores certos, o que é uma obrigação para uma marca que se orgulha de anunciar que seus hambúrgueres chegam frescos aos restaurantes, porque nunca são congelados.

Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro

 

 

IBGE comprova crescimento do Norte-Nordeste

Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que as pequenas empresas comerciais (até 19 funcionários), ultrapassaram, em 2006, os grandes negócios (mais de 250 empregados) na participação da receita do total do setor, que reúne varejo, atacado e veículos automotores. Outro dado significativo é que as regiões Norte e Nordeste ampliaram a participação na receita bruta das grandes empresas comerciais, entre 2000 e 2006, enquanto diminuiu a fatia da região Sudeste. Apesar de lento, esse movimento de desconcentração nas regiões já ocorre na economia brasileira há alguns anos e vem sendo influenciado, mais recentemente, por programas de transferência de renda para a população das regiões Norte e Nordeste.

Fonte: O Estado de S.Paulo
ftp://ftp.ibge.gov.br/Comercio_e_Servicos/Pesquisa_Anual_de_Comercio/2006

 

 

Falta de produtos em supermercados de SP ultrapassa 8%

No Estado de São Paulo, a taxa de mercadorias não encontradas pelos consumidores nos supermercados de pequeno, médio e grande portes chega a 8,3%, ou seja, a cada 100 produtos, aproximadamente oito faltam. A falta de produtos, também chamada de “ruptura” foi avaliada pela pesquisa “Logística de Varejo: uma análise sobre a questão da ruptura de estoque e suas causas no setor supermercadista paulista sob a ótica dos gestores do negócio", realizada entre fevereiro e dezembro de 2007, com 108 filiados da APAS – Associação Paulista de Supermercados. Entre os setores, o que mais preocupa os gestores de varejo é o de produtos de higiene, saúde e beleza, onde são encontradas as maiores taxas de ruptura. O principal problema é que a falta de produtos pode ocasionar a perda de clientes. Isso porque, de acordo com a pesquisa, a reação da maioria dos consumidores (32%) é comprar o item procurado em outra loja.

Fonte: Revista “Pequenas Empresas, Grandes Negócios”
http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1682455-2574,00.html

 

 

Facilidades no crédito aumentam vendas

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), realizada pela Fecomércio/SP, constatou que cartões próprios de redes de farmácia e drogarias, além de fidelizar o cliente são um importante aliado nas vendas. Com o uso dos cartões, esse segmento expandiu as vendas em 8,3% no mês de abril, comparado ao mesmo período de 2007. A expansão do crédito também impulsionou o consumo nos setores de vestuário e calçados no mesmo mês. De acordo com a pesquisa, esses segmentos lideraram as vendas do varejo, apresentando alta de 30,6% em relação ao ano anterior. Esse foi o melhor resultado desde 2004. No acumulado do quadrimestre, os setores registraram acréscimo de 22,7% nas vendas. Na região metropolitana de São Paulo, o comércio também registrou alta de 5,2% nas vendas em abril, apresentando expansão de 6,8% no acumulado do ano.

Fonte:http://www.partnerreport.com.br/partnerreport/v2/sessoes.cfm?sessao=Reportagens&id=718