Nº 09/Ano01 – Jun/2008

Nova tecnologia facilita administração de dados no varejo

Gerenciar relações com clientes, faturamentos, inventários, processos e recursos humanos. Estas são algumas das complexas necessidades do varejo facilitadas pela Tecnologia da Informação (TI). Entretanto, a implantação de diferentes métodos tecnológicos representa um desafio aos varejistas, que querem obter o máximo de seus dados comerciais. Para isso, o grau de excelência de qualquer sistema TI seria uma conexão permanente entre o fabricante e o ponto-de-venda. Para agilizar e qualificar este processo, é possível contar com a nova tecnologia SOA (Arquitetura Orientada a Serviços), que utiliza padrões abertos e serviços on-line, facilitando o compartilhamento de dados entre os diversos pontos de uma conexão. Ou seja, pode ajudar um varejista a gerenciar as tecnologias dentro da organização e, ao mesmo tempo, estabelecer e aprimorar relações externas com colaboradores. Além disso, o gerenciamento de dados de ponta a ponta, proporcionado pela SOA, garante informações acessíveis, confiáveis e seguras ao varejista.

Fonte: Gazeta Mercantil



Varejo quer conquistar classe média alta

O aumento do poder aquisitivo das classes baixas e os referenciais inatingíveis das classes mais altas acabam passando a sensação de que a classe média alta é preterida pelo varejo. Este foi um dos principais resultados da pesquisa “Em Busca de um Modelo para a Classe Média Alta”, realizada pela TNS InterScience. Essa classe concentra 23% da renda nacional, apesar de representar apenas 4% da população brasileira. É um grupo menos vulnerável ao momento econômico do país e que apresenta menos risco de endividamento a médio e longo prazo. Além disso, é caracterizada pelo consumo consciente. Durante a pesquisa foram ouvidas mais de 200 pessoas entre 25 e 55 anos e com renda entre R$ 6,6 mil e R$ 12 mil, na cidade de São Paulo. Como resultado do estudo, foi observado que há uma distribuição equilibrada do gasto mensal em diferentes tipos de produtos na classe média alta, enquanto os gastos das classes mais baixas foram concentrados nos itens moradia e alimentação. Para 75% dos entrevistados, o varejo deveria oferecer atendimento exclusivo ou diferenciado para esse perfil de público. Já a variedade de produtos e preços justos são buscados por 37% e 35%, respectivamente.

Fonte: Mundo do Marketing (27/06/08)

 

Zaffari conquista com qualidade e serviços

Quinta colocada no ranking da Associação Brasileira dos Supermercados (ABRAS), com um faturamento de R$ 1,6 bilhão em 2007, a gaúcha Cia. Zaffari continua crescendo em meio à concorrência dos grandes varejistas. Administrada pela própria família e a única rede entre as cinco maiores com capital 100% nacional, a empresa consegue garantir a fidelidade das classes A e B por uma experiência agradável no ato da compra e sem entrar na guerra dos preços. O sucesso apresentado pode ser explicado pela valorização de produtos locais, bom atendimento e laços fortalecidos com os consumidores. Além disso, o layout das lojas remete à idéia de um ambiente aconchegante e sofisticado, que passa a sensação de bem-estar, além de tornar o ato da compra prazeroso. Todas as lojas possuem uma iluminação trabalhada nas gôndolas, corredores largos e elementos decorativos, tudo com materiais de qualidade, como mármores e madeiras nobres.

Fonte: Gazeta Mercantil

 

Setor de produtos de limpeza cresce no varejo

O faturamento do setor de limpeza em 2007 apresentou crescimento de 7% em valor e 10% em volume, atingindo o patamar de R$ 11 bilhões. Os dados, divulgados pela ABIPLA – Assoc. Bras. de Produtos de Limpeza e Afins, são resultado do bom desempenho da economia brasileira e da migração de 20 milhões de consumidores das classes D e E para a C, além da estabilidade das classes A e B. As categorias de melhor desempenho foram inseticidas e água sanitária, segundo a Nielsen. A categoria líder do setor é a de sabão em pó e itens líquidos, que participam com 30% do faturamento, estando presente em 99,5% dos lares brasileiros. Um dos fatores que mais atraem o consumidor é a inovação, com destaque para as categorias de purificadores e limpadores. A nova tendência que ganha mais força no mercado é o uso de matérias-primas voltadas aos cuidados com o meio ambiente. A Clariant, por exemplo, aposta em produtos com apelo “environmentally safe” (seguros para o meio ambiente), para o mercado latino-americano. O mesmo caminho é seguido pela Dow, que investe em produtos sustentáveis e biodegradáveis para o setor.

Fonte: Revista - H&C - Household & Cosméticos n. 49 (Maio/Junho 2008)

 

Consumidor aprova conveniência em farmácias

Os consumidores querem os serviços de conveniência em farmácias e drogarias, segundo pesquisas realizadas pelo Ibope e Vox Populi. O primeiro constatou que, num universo de 504 entrevistados, 77% acham que as farmácias ou drogarias não devem vender somente medicamentos. Já das 400 pessoas entrevistadas pelo Vox Populi, com idade a partir de 18 anos, 75% estão acostumadas a comprar outros tipos de produtos nas redes. Essas pesquisas contrariam a intenção do governo de proibir a venda de produtos de conveniência nas redes de farmácias e drogarias e reforçam a aceitação do conceito de drugstore pelo mercado.

Fonte: Redação – InvestNews

 

Valor da parcela é prioridade na hora do empréstimo

Atualmente, a grande alternativa para o consumo dos brasileiros são as compras parceladas e os empréstimos oferecidos por instituições financeiras, com ou sem juros. Baseado nisso, o Provar/FIA, junto ao Canal Varejo realizaram um estudo que mostra que o valor da parcela a ser paga é o quesito de maior importância na tomada de empréstimos. A pesquisa indicou que os varejistas destacam o valor da parcela no ato da venda, pois a preferência das classes de baixa renda pelo parcelamento é conhecida em todo setor. Entretanto, outro resultado mostra que essa preferência se estende a todos os grupos de consumidores, o que explica a falta de sensibilidade às taxas de juros cobradas para todas as classes.

Fonte: Partner Report - Por Heloisa Valente (08/07/08)

 

Expansão do varejo deve continuar em 2008

O crescimento do segmento de varejo registrado no ano passado deve continuar. Esse é o resultado do estudo elaborado pela consultoria independente All Consulting. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o setor apresentou em 2007 crescimento de 9,6% nas vendas, e 11,8% no faturamento, em comparação com o ano anterior. O levantamento tem como destaque os setores de materiais para construção, automobilístico, de móveis e eletrodomésticos. Além disso, na venda de aparelhos eletrônicos, os computadores apresentaram notável crescimento e ainda devem crescer mais. Os dados também apontam que o crescimento das empresas deve vir por meio da consolidação, ou seja, pela absorção de empresas regionais e de pequeno porte.

Fonte: InvestNews

 

Expediente

Marketing de Varejo é o boletim eletrônico do Núcleo de Marketing de Varejo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Coordenação Editorial: Prof. Ms. Paulo José Destro. Redação: AJO - Agência Experimental de Jornalismo. Direção de Área dos Cursos de Comunicação Social: Profa. Ms. Ana Claudia Marques Govatto, Guilherme
Renso, Isaac Ramiris, Nadjara Rodrigues e Raissa Rossini, Luciano e prof. Flávio. Coordenação da AJO: Prof. Ms. Flávio Falciano. Redação: Audrey Bertho, Carla Cosentino, Guilherme Renso, Luciane Brandão, Mariana Carrillo, Nadjara Rodrigues, Raissa Rossini (estudantes do Curso de Jornalismo).
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